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diálogo x discussão

Apr 17, 2020
1 min read

Updated: Apr 19, 2020


a comunicação humana tal qual usamos na vida adulta é desenvolvida no primeiro ano de vida.

há que se observar que, para além da linguagem verbal há muitas outras formas de comunicação: olhar, gestos, tom, ritmo e a lista é enorme…

há ainda as linguagens subliminares: pessoas que pedem alguma coisa e esperam outra (distorção), quem não dizem diretamente o que esperam (manipulação), os vivem com dois discursos (falsidade) e os “tipos de comunicação” são muitos

há ainda os sentimentos envolvidos: violência, agressão, amorosidade, submissão, submissão e por aí vai.

quando aprendemos a falar todo esse “pacote” de ensinamentos vem junto.


importa também se éramos, ou não, ouvidos na nossa infância, se tínhamos voz e se podíamos expressar nossos sentimentos na primeira infância. se na escola fomos educados para pensar ou apenas orientados a obedecer. tudo isso (e muito mais) impacta na forma como nos expressamos na vida adulta. isso define se somos capazes de dialogar ou apenas discutir.


as discussões nascem na tentativa de convencer o outro

quando há diálogo, há respeito

se há respeito, há fala e audição

na discussão há apenas ruído


a outra expectativa que leva à discussão é ser aceito pelo outro

o que é uma distorção do que é ser amado, acolhido

uma busca para ter suas ideias aceitas é, em última instância, a necessidade de fazer parte


e a assim a gente vai vendo como as dores primárias vão delineando as nossas relações.

temos a opção de seguir com os aprendizados adquiridos na infância ou de ressignificar essas experiências e escolher de que forma queremos nos comunicar com o mundo.


eu escolho a comunicação clara, amorosa e respeitosa.




 
 
 

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Um pouco sobre mim:

Carolina Lôbo Rego

Carolina construiu sua trajetória a partir do estudo da linguagem, da memória e do comportamento humano — fundamentos que hoje sustentam sua prática clínica.

 

É graduada em Letras Vernáculas e em Jornalismo, com Mestrado e Doutorado em Comunicação e Semiótica, onde pesquisou os processos de construção da memória e suas implicações na experiência humana. Sua formação acadêmica oferece base teórica sólida para a compreensão das narrativas que estruturam a vida psíquica e relacional.

 

Na atuação terapêutica, desenvolve um trabalho orientado por uma visão sistêmica do ser humano, integrando corpo, emoções, história pessoal e herança familiar como dimensões inseparáveis.

 

Sua formação clínica inclui Psicoterapia de orientação Junguiana, Psicogenealogia, Constelação Familiar, estudos das Leis Biológicas e da Ciência do Início da Vida, além de práticas integrativas como Florais, Aromaterapia, Respiração Consciente (Renascimento) e Meditação.

 

Seu trabalho parte de um princípio simples e profundo: sintomas, conflitos e padrões repetitivos carregam sentido. Ao investigar as histórias — da vida, da família e do corpo — torna-se possível elaborar experiências não integradas e favorecer novos modos de posicionamento diante da própria trajetória tornando sua vida mais leve.

 

Carolina conduz seus processos com escuta atenta, rigor conceitual e respeito pelo tempo singular de cada pessoa.

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